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Apesar de vivermos na cidade, a realidade é que não conhecemos a cidade de fato. A cidade é um sistema social complexo, onde as relações sociais são tensas. O desemprego, a decadência ética e moral, a corrupção, poluição, impunidade, a falta de compromisso com a vida, entre outros, e a busca por oportunidades de sustento, entre várias razões geram um clima de muita tensão, de desesperança, principalmente entre os menos favorecidos que sofrem todo tipo de exclusão social.
A igreja precisa estar atenta para perceber os focos de tensão da sociedade onde está inserida. Não pode ficar alheia a esta realidade, pois tem a responsabilidade de promover o bem estar espiritual e material dos cidadãos.
Jesus promoveu a vida em todos os aspectos. E Ele dizia:
“Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. (Jo. 10.10)
Jesus viveu neste mundo e aprendeu sobre sua comunidade, na relação com seus pais, parentes, vizinhos, dentro do seu contexto sociocultural. Ele estudava, freqüentava a sinagoga e discutia os problemas da vida de sua comunidade. Aprendeu com José a profissão de carpinteiro e trabalhava pela sobrevivência. (Mc. 6.2; Mt.13.55; Mc. 6:3)
Jeremias 29:7 diz:
“Procurai a paz da cidade para onde vos fiz transportar; e orai por ela ao SENHOR, porque, na sua paz, vós tereis paz.
Nesta palavra, encontramos um incentivo para cumprir e promover a paz da cidade, que é uma missão fundamental da igreja.
Assim a igreja deve promover a consciência dos valores fundamentais do ser humano e da convivência humana, despertando cada cidadão para a prática da cidadania, assumindo conscientemente seu papel de estar no mundo, estando sensível a causa da vida.
Pense Nisso!
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